Especial RockTown! no Twitter

Pra quem não tem Twitter ou não tem saco de mexer naquele site, aqui vai um resumo do que foi postado nesse tempinho de presença do nosso blog no Twitter:
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Curses! - Future of the Left: Que tal colocar o som do Future of the Left? Com o ex-baterista e ex-guitarrista/vocalista do McLusky, eles mantém aquela pedrada sonora. O álbum é o Curses! de 2007. Destaque para 'My Gymnastic Past' e sua guitarra marcante e 'Manchasm'.

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Sometimes I Wish We Were an Eagle - Bill Callahan: Bill Callahan (ex-smog) destila seu lo-fi esmagador com sua voz rasgada e poderosa, que empresta a classe ideal aos arranjos gloriosos desse novo álbum solo. Lançado em 2009, Sometimes I Wish We Were an Eagle é forte candidato a melhor álbum do ano. Recebeu 5 estrelas das revistas Mojo, Uncut e Rolling Stone, está ultima o classificando como 'clássico instantêneo'. Faixas especiais: 'Jim Cain', 'The Wind and the Dove' e 'Too Many Birds'. Recomendadíssimo.

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And the Glass Handed Kites - Mew: Essa banda dinamarquesa conta com influências das mais finas possíveis: Dinosaur Jr., Pixies e My Bloody Valentine. O álbum And the Glass Handed Kites lançado em 2005 foi muito bem recebido pela crítica. Eles proporcionam uma viagem pelo space rock, sem perder o peso do indie dos anos 90. Mas não é inacessível: você sente pitadas de pop pra lá e pra cá. Confira 'Circuitry Of The Wolf', 'Apocalypso' e a emocionante 'The Zookeeper's Boy'.


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Racional Volume 1 - Tim Maia: Lançado em 1975, numa época em que Tim Maia pertencia a uma seita estranha demais, Racional Volume 1 é sem dúvida um dos vinis mais procurados (e caros) por colecionadores (inclusive eu!). Embora esteja lotada de pregação e apologia à seita Mundo Racional, o funk contido nessas faixas é de extrema qualidade. Tim Maia não se intimidou e enviou cópias do LP para gente como James Brown, Curtis Mayfield e John Lennon. Esse último, ao receber, enviou uma foto completamente nu com uma mensagem: "Dear freak, I don't understand portuguese. What abou LISTEN to this photo?". Tim profetizou a morte do ex-Beatle para 1984. Lennon morreu em 1980, mas valeu a tentativa!


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The King - Teenage Fanclub: Geralmente quando você ouve falar sobre o Teenage Fanclub, logo vem à cabeça aquele disco com um saco de dinheiro, o Bandwagonesque. O Bandwagonesque tem os sons mais conhecido, é claro. Mas você sabia que a banda lançou um álbum onde fazia covers de Madonna e Pink Floyd? O 'The King' foi lançado em 1991 e foi gravado no tempo que sobrou nos estúdios, após a gravação do Bandwagonesque. Fique atento às faixas 'Interstellar Overdrive', cover do Pink Floyd psicodélico de Syd Barrett. 'Like a Virgin' é um sucesso oportuno. E o 'Robot Love' de autoria da banda, te remete ao Sonic Youth, lembrando muito também da notas arranhadas de J Mascis do Dinosaur Jr.


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Free Your Mind and Win a Pony - Golden Animals: Você já ouviu falar no Golden Animals? Blues, psicodelia, folk. Ah sim! Rock! A voz do vocalista Tommy Eisner é muito parecida com a do Jim Morrison dos Doors, mas ninguém percebe uma pretensão de Eisner em imitá-lo. Linda Beecroft cuida da percussão e ajuda no vocal. Sim, o Golden Animals é uma dupla. Mas a atmosfera do som deles é bem intensa, maciça. O álbum Free Your Mind and Win a Pony foi lançado em 2008 e é uma grata surpresa para quem esperava tantos elementos juntos e bem misturados. Recomendo 'The Steady Roller', 'Queen Mary (The Flop)' e 'My My My'. Vai por mim, é som de primeira!


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O Twitter me pareceu a saída mais rápida para a falta de tempo. De forma breve e objetiva, colocarei links de downloads escolhidos a dedo.

É um espaço legal pra gente interagir sobre música, não acham?

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Pacific Ocean Blue - Dennis Wilson

Mas quem diabos é Dennis Wilson?, você deve estar a se perguntar. Se você pensar um pouco, cavar em seus registros de memória (dos mais distantes aos mais recentes) vai lembrar de um certo gênio musical chamado Brian Wilson, dos Beach Boys. Do mesmo sangue onde corria a sensibilidade pop de Brian, nasceu Dennis o baterista dos Beach Boys. Dennis era considerado o menos talentoso dos três irmãos (Brian, Dennis e Carl) até porque não se envolvia tanto no processo criativo dos álbuns da banda - embora Brian tenha tomado para si essa função criativa em meio a sua loucura movida pela ambição de superar os Beatles. E numa banda que evocava a praia e o surfe como seus principais trunfos musicais, Dennis era o único surfista de verdade. Rebelde, sempre em conflito com seu pai, o beach boy veio a falecer no ano de 1983, afogado enquanto mergulhava em volta de seu barco em Marina del Rey, na Califórnia.

Em meio ao vendaval de mudanças pelo qual os Beach Boys passavam nos anos 60, Dennis resolveu compor algumas canções. Algumas com e 'Little Bird' e 'Be Still' entraram para o álbum Friends, passando pelo mesmo que George Harrison passou nos Beatles, quando ele revelou sua perícia na composição de músicas incríveis. Nos anos 70 as músicas de Dennis sempre marcavam presença nos álbuns o que o levou a gravar no início da mesma década um single chamado 'Dragon'. E foi em 1975 que Dennis iniciou a criação de Pacific Ocean Blue. O seu único trabalho solo foi aclamado pela crítica e muito comemorado por seu irmão Brian. E pra ser sincero, cada palavra positiva seja em comemorações, seja em aclamações foram merecidas. Se Brian era o gênio do pop, disputando de igual pra igual com Lennon e Mccartney, seu irmão captou as lições e sem nenhum traço de loucura, fez um dos melhores álbuns do pop dos anos 70. A audição dele é surpreendente para um navegante de primeira viagem, até porque a qualidade da produção e a sofisticação dos arranjos fazem o ouvinte deduzir que se trata de um trabalho atual. Os recursos de sintetizadores, o balanço das canções que se valiam do suingue do soul, funk e do R&B, a elegância das notas de piano que adornam diversas das canções e as letras intimistas e universais, enfim, tudo nessas doze faixas atraem até o mais rude dos seres.

'River Song' é delicada porém majestosa. Apresenta uma linha de baixo tímida mas suficiente para não deixar a harmonia rastejar em sujeira. A onda de vocais num estilo gospel, sejam corais, sejam backing vocals, apenas elevam a imponência da canção enquanto Dennis repete infidavelmente a frase 'Rollin' rollin' rollin' on river'. O trabalho de inserções vocais é poderoso e com certeza poderia figurar entre as canções do Pet Sounds, ou do Today!. Acredite, não é exagero algum o que estou escrevendo. 'What's Wrong' empresta um pouco do balanço do rock dos anos 50, salpicada de ardentes notas de piano. 'Moonshine' é uma obra adiantada, à frente de seu tempo. O que as bandas começariam a fazer na metade dos anos 80, Dennis já experimentava nessa faixa. A regularidade de sua voz, sempre tristonha, sempre sóbria é um encanto à mais. 'Dreamer' é a materialização da liberdade de criação do ex-baterista dos Beach Boys. Uma forte influência de funk, com trompete para temperar a versatilidade do músico. 'Thoughts of You' é triste, dolorosa e conformada. É a saudade que bate no homem e que o faz abaixar a cabeça e aceitar as coisas como são. É encarar o fato de que até o amor morre um dia:

All things that live, one day must die, you know
Even love and the things we hold close
Look at love, look at love, look at love
Look what we've done
A voz de Dennis é sonolenta, como se estivesse balbuciando palavras ao telefone, ainda deitado em sua cama, num quarto perto do mar. O piano acompanha o desenrolar da canção com beleza indescritível. Os arranjos tomam proporções caóticas e tensas quando ele canta a estrofe acima descrita. É arrepiante. 'Time' é soturna, uma espécie de adaptação, do "filho pródigo" para "marido pródigo". E quando a calma é aterradora, o funk de novo quebra o pau e instala uma atmosfera dançante, exibindo claramente o porquê do sobrenome Wilson.

Eu costumo fazer uma descrição rápida do Pacific Ocean Blue para quem não o conhece: é uma espécie de Beach Boys mais sofisticado. Seria como a banda liderada por Brian soaria hoje em dia. A morte de Dennis foi uma perda inestimável para a música. Mas seu legado para a humanidade é tão grande quanto a falta que ele faz. A única coisa que não é nova nesse álbum é o fato de que a música sempre vence a morte.

Set List

1- River Song
2- What's Wrong
3- Moonshine
4- Friday Night
5- Dreamer
6- Thoughts of You
7- Time
8- You and I
9- Pacific Ocean Blues
10- Farewell My Friend
11- Rainbows
12- End of the Show


DÊ SUA NOTA PARA O ÁLBUM! Aqui embaixo você pode dar de uma à cinco estrelas para o álbum disponível nesse post. É só clicar em quantas estrelas o álbum merece e pronto!

Abbey Road - Beatles

Eu realmente não sei o que é mais difícil: voltar ao blog depois de tanto tempo ou escrever sobre os Beatles. Mas era preciso retornar com algo de peso. Nada mais pesado, nada mais relevante que a cultuada banda de Liverpool. Ainda se considerarmos que o único álbum dos Beatles presente no Rock Town! Downloads é um álbum 'não-oficial', lançado recentemente e com músicas alteradas.

A situação em 1969 - quando o álbum Abbey Road foi lançado - não era das melhores. John Lennon já havia conhecido a Yoko, o Ringo Starr já havia passado por diversas crises de complexo de inferioridade, George Harrison queria mais espaço para suas composições e Paul Mccartney aumentava cada vez mais sua influência com a ausência cada vez mais frequente de John. Os conflitos de cunho artístico e até ideológico permeavam a atmosfera dos fab-four e a banda caminhava para o fim. Mas pelo menos no caso dos Beatles, não havia como constatar algo, não havia como adivinhar o fim da história.

Os Beatles começaram em 1962, tocando em Liverpool. Um misto de composições próprias e covers dos rocks da época. Em questão de quatro anos eram a banda mais influente da história do rock. Em menos de dez anos eles mudaram de som, de visão sobre o mundo e até de visual por diversas vezes. Dos iê-iê-iês para a psicodelia mais lisérgica possível. Da ânsia em pegar na mão de uma garota adolescente até a preocupação com revoluções prontas para estourar pelo mundo nos fim dos anos 60. Dos cabelinhos tigelinha até o visual mais pesado, com longas barbas e cabelos. Um dia pensei até na teoria da banda ser extra-terrestre. Em mais ou menos oito anos, eles resumiram o caminho que uma banda deveria seguir, passaram por modificações aceleradas e sem exagero algum, conseguiram compactar toda a história do pop e do rock no pequeno período que estiveram na ativa. Com a rica discografia deles, você poderia se isolar numa ilha por muito tempo sem se preocupar com o que iria ouvir. Toda audição do som deles é uma novidade. Você nota detalhes mínimos em cada música, você avalia a performance do Paul no baixo, constata que o Ringo não era tão ruim assim, franze a testa com a mão no queixo e pensa que o Harrison era um ótimo compositor e fica prestando atenção no tom anasalado da voz do John.

O Abbey Road foi o penúltimo álbum lançado pelos Beatles, porém foi o último a ser gravado. Já era o registro de uma banda extremamente evoluída, mas não passava de uma compilação de fragmentos de uma ruína. Claro que se você entrar na atmosfera diversificada do álbum, nem vai perceber que havia uma série de discussões e conflitos.

Como se atentar para faíscas quando o álbum se inicia com a sexualmente flamejante 'Come Together'? O compasso perturbador alternado com ataques constantes de guitarra se debruçam no peso do baixo de Mccartney. A harmonia tem suas pausas estratégicas e ainda apresenta um solo simples, algo perfeitamente inserido. 'Something' é a música definitiva sobre o amor, sobre a admiração direcionada a quem se ama. George Harrison exibe nessa faixa o motivo pelo qual ele deveriar figurar entre os compositores da banda. A música se desenrola de uma forma tão bela, uma cadência decrescente na retomadas de harmonia, tudo, absolutamente tudo nessa canção emociona. 'Maxwell Silver Hammer' evoca uma estrutura muito semelhante à da canção do Sgt. Pepper's "When I'm Sixty-Four" com aquela levada típica de cabaré. A música conta uma história estranha de um cara chamado Maxwell e seu martelo prateado, com direito a mortes por martelada, julgamento e tudo mais. O trabalho com as cordas de guitarra conseguem ser ofuscados pela linha de piano que repousa suavemente sobre a harmonia. O rock gritado de 'Oh! Darling' é uma incrível interpretação do sentimento de desespero/humilhação feita por Paul. 'I Want You (She's so Heavy)' é a mais imponente música feita pelos Beatles. Com arranjos perfeitamente encaixados, uma bateria influenciada pelo jazz e o complemento entre dedilhadas minusciosas de baixo com acordes macios da guitarra, essa faixa é uma longa alternância entre um estilo mais descontraído e toneladas de notas alongadas e pesadas. E quando as nuvens estão caindo sobre o ouvinte, quando os intrumentos se aglomeram numa intensidade indescritível, o céu se abre e o sol aparece com a singela 'Here Comes the Sun'. Uma obra genial de Harrison que se torna ainda mais importante quando cantada por Lennon. Se você fechar os olhos e perceber a levada de violão ao fundo com as palmas, vai evidenciar a destreza de George Martin ao produzir o álbum. E a introdução do sintetizador Moog ficou perfeita, mesmo levando em consideração que eles estavam há pelo menos uma década antes da popularização dos sintetizadores no rock. 'Because' tem uma das mais belas construções harmônicas do rock, utilizando apenas dedilhadas sonolentas de guitarra e pequenos toques de baixo. O canto realmente é a atração da faixa. E quando tudo está maravilhoso, ainda melhora com a habilidade de Paul ao piano abrindo 'You Never Give me your Money'. Tristonha mas versátil, a canção explode num ritmo à la ragtime e o vocal passa de John para Paul mas isso é a última coisa que se percebe em meio a cantos influenciados pelo gospel e por uma repentina subida da guitarra que assume a frente e proporciona uma perfeita mudança de arranjo, com todos cantando:

"One two three four five six seven
All good children go to Heaven"
Diabos, vou pular algumas faixas, se não escrevo sobre todo o álbum. 'She Came In Through The Bathroom' utiliza recursos de R&B para levar o ouvinte a balançar a cabeça, os ombros num ritmo envolvente. E quando tudo fica em silêncio, a arrepiante 'Golden Slumbers' resplandece com um canto sóbrio de Paul que emociona quando se exalta e rasga o vocal no trecho 'Golden Slumbers fill your eyes/Smiles await you when you rise'. Tudo continua magnificamente triste até 'Carry That Weight' entrar no embalo da bateria e anunciar continuidade à nona faixa 'You Never Give me your Money'. E continuando naquele embalo, a profética 'The End' funciona como aquela apresentação dos membros da banda num show. Na bateria... Ringo Starr! E vem um solo de batera só pra exaltar os fã em euforia. E é isso que acontece: Ringo arregaça a boca do balão num solo tribal e mostra que não era o membro medíocre da banda (cabe citar que a faixa Octopus's Garden é de sua autoria). As guitarras são apresentadas com Lennon e Harrison se alternando em epopéias dignas de solos progressivos. Paul complementa com acordes profundos de baixo e repetidas notas de piano, só pra dar uma refinada na coisa.

Abbey Road é o álbum mais bem produzido da banda (talvez Sgt. Pepper's possa até rivalizar), e o grande trunfo do quarteto. Muita gente esquece desse álbum ao colocá-lo entre os melhores do rock, seja porque o fim já estava próximo, seja pela desunião do grupo. Mas eu tenho um jargão particular: "e isso, só os Beatles". Abbey Road é um registro coeso de uma banda em frangalhos. E isso, só os Beatles.

Set List1- Come Together
2- Something
3- Maxwell's Silver Hammer
4- Oh! Darling
5- Octopus's Garden
6- I Want You (She's So Heavy)
7- Here Comes the Sun
8- Because
9- You Never Give Me Your Money
10- Sun King
11- Mean Mr. Mustard
12- Polythene Pam
13- She Came in Through the Bathroom Window
14- Golden Slumbers
15- Carry That Weight
16- The End
17- Her Majesty


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2009 - A volta do RockTown! Downloads

Eu sei, eu sei... estou há um bom tempo sem postar NADA aqui no RockTown! Downloads. Gente no trabalho tá reclamando, gente no meu messenger, gente no meu orkut, gente aqui no blog. Se de um lado lamento o tempo que estou sem postar NADA, por outro lado fico lisonjeado com o reconhecimento do trabalho que tenho feito. Não ganho nada por isso, mas além de ser um prazer escrever sobre coisas que amo de verdade, tenho o grande prazer de conhecer muitos outros amantes da música e com eles firmar amizade. Outro prazer é ver que muita gente anda descobrindo sons aqui no blog. Apresentar coisa boa é tão bom quanto dar boa notícia. E vendo tudo isso que ganhei com o blog, não tenho como imaginar a idéia de largá-lo. Meu trabalho andou quebrando minhas pernas. Roubou todo meu tempo e toda minha energia, eis o motivo pelo qual o RockTown! Downloads jaz aparentemente abandonado. Mas como em muitos casos, as aparências enganam e já vou avisando que 2009 as coisas voltam ao seu devido lugar.

Primeiro, preciso arrumar os links que o 4shared e o Rapidshare andaram quebrando. Em seguida, vou lançar uma pancada de álbuns com resenhas mais breves, só pra compensar. Aí quando o motor pegar de novo, voltamos à estrada em alta velocidade.

A todos vocês, meus sinceros agradecimentos. Sei de muita gente que visita o blog todo dia com a esperança de aparecer algo novo. Valeu pela paciência e pela comunicação que muitos têm mantido através de comentários, avaliação de discos, lá na comunidade no Orkut, e também nos meus scraps. E claro, valeu de verdade pela propaganda que vocês têm feito do blog, seja em comunidades, em divulgação de links e textos e no tradicional boca-a-boca. Vocês são foda!

Agora deixem o Pipoko arrumar esses links...

Abraço e feliz ano novo pra todos!